Depois de conquistar o público acreano com sorvetes naturais, sabores regionais e uma identidade totalmente amazônica, a Nãnê Sorvetes Naturais prepara agora sua chegada a Porto Velho (RO). A marca, criada no Acre pela empresária e chef Izanelda Magalhães, vem ganhando destaque dentro e fora da região Norte por transformar frutas e ingredientes amazônicos em uma experiência gastronômica cheia de memória afetiva, sustentabilidade e inovação.

Conhecida pelo slogan “sorvete de verdade”, a Nãnê se tornou referência ao apostar em produtos naturais, sem conservantes, corantes ou essências artificiais, utilizando ingredientes vindos diretamente de produtores locais da Amazônia. A expansão para Rondônia marca mais um passo importante da empresa, que já havia anunciado planos de crescimento após o sucesso alcançado no Acre.
Amazônia no paladar
Entre os sabores que chamaram atenção do público estão combinações inusitadas e regionais como acerola com chicória, abacaxi com jambu, cumaru com açaí, além de receitas produzidas com cacau amazônico e cafés especiais acreanos. A proposta da marca vai além da sobremesa. A ideia é criar uma conexão entre gastronomia, identidade cultural e valorização da floresta.

O grande diferencial da Nãnê, segundo sua fundadora, é oferecer o que os outros não oferecem. A marca se propõe a ir além do simples ato de consumir um doce gelado; ela busca criar uma “memória degustativa”. “Uma coisa é a lembrança boa, mas é diferente de você ter memória degustativa, porque a memória degustativa é uma coisa muito importante para o ser humano. É aquela comidinha da sua mãe, o feijão da sua mãe, que você lembra até o final da sua vida”, filosofa Izanelda. Para isso, ela mergulha no conhecimento ancestral e na biodiversidade local. O próprio nome “Nãnê” significa Jenipapo em uma linguagem ancestral, fruta de proteção para os povos originários. Sabores como Cumaru de Cheiro, uma semente aromática usada em chás, xaropes caseiros e até no rapé indígena, são transformados em picolés e sorvetes, conectando o consumidor a uma cultura e a um ecossistema.
“Levar a floresta ao paladar cria uma memória degustativa da Amazônia”, afirmou a fundadora Izanelda Magalhães em entrevista recente ao programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Rede Globo.
Expectativa em Porto Velho

A chegada da Nãnê em Porto Velho promete movimentar o cenário gastronômico local, principalmente entre consumidores que buscam produtos artesanais, naturais e conectados à cultura amazônica. Em uma capital marcada pelo calor intenso durante boa parte do ano, a proposta da sorveteria acreana chega com potencial para conquistar o público rondoniense justamente pela mistura entre regionalidade, inovação e afeto.
Mais do que vender sorvete, a Nãnê parece trazer junto uma narrativa que valoriza o Norte do país, seus sabores, produtores e memórias. E, pelo visto, Porto Velho já pode começar a preparar o paladar!
Acompanhe as novidades da nãnê:
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