O cenário político de Rondônia voltou a ser marcado por tensão e troca de acusações em meio às articulações para as eleições de 2026. Desta vez, o foco recaiu sobre o deputado federal Fernando Máximo, citado em uma denúncia envolvendo supostos servidores fantasmas ligados ao seu gabinete parlamentar.
O caso ganhou repercussão após declarações feitas pelo advogado e ativista político Caetano Netto, que afirmou existir irregularidades envolvendo nomes ligados ao grupo político do ex-vereador de Vilhena, Dhonatan Pagani.

Segundo as acusações divulgadas pelo site Extra de Rondônia, entre os citados está Flávio Júnior Pagani Vieira, apontado como assessor parlamentar do deputado federal, além de Emanuelle Gerhardt de Oliveira, esposa do ex-vereador. A denúncia sustenta que os servidores receberiam salários sem exercer funções efetivas junto ao gabinete em Brasília.
Ainda conforme o advogado, a intenção é formalizar representação junto ao Ministério Público Federal e também à Comissão de Ética da Câmara dos Deputados para que o caso seja investigado oficialmente.
Os envolvidos negaram qualquer irregularidade. Dhonatan Pagani afirmou que o irmão atua diretamente na articulação política e nas agendas do parlamentar no Cone Sul do estado, classificando as acusações como “picuinha de campanha”. Já Flávio Pagani declarou que desempenha atividades constantes ao lado do deputado federal e repudiou as alegações.
Até o fechamento da reportagem original, Fernando Máximo não havia se pronunciado diretamente sobre as denúncias. Conforme informado, o parlamentar cumpria agenda oficial em Vilhena durante esta terça-feira (27), participando de compromissos relacionados à área da saúde.
O episódio aumenta a pressão nos bastidores da política rondoniense e deve gerar novos desdobramentos nos próximos dias, especialmente diante da possibilidade de abertura de investigação por órgãos de controle e fiscalização.
Créditos: Matéria baseada em informações publicadas pelo portal Extra de Rondônia.
